sexta-feira, 21 de agosto de 2009

E talvez agosto não seja o mês do desgosto.


Sempre passei agosto esperando setembro, mas esse agosto é uma exceção, embora continue terrivelmente lento, ele tá ficando bonito, colorido, rosa e vermelho, ou talvez ele já fosse assim, só que ninguém percebeu, eu não percebi. Caio Fernando Abreu dizia, que, para passar agosto devíamos ter uma paixão, mesmo que inventada, mesmo que cortês. Acho que sem querer inventei uma, os jambeiros fortes que estão nas calçadas com suas folhas grandes brotando dos galhos que ficam o ano inteiro sem cor, esperando o agosto o colorir com frutas vermelhas e suas flores nascendo tão rosas quanto o meu vestido, se transformando em delíciosas frutas doces.


Alô, alô, alô papai, alô mamãe...

Deixei o blog um pouquinho de lado, mas não é por qualquer motivo, estou concentrada nos estudos para passar no bendito vestibular. E, se Deus quiser, escreverei aqui os sentimentos de uma futura acadêmica de Direito, ou de História, ou de Filosofia ou Engenheira de computação. HAHA.

Me desejem sorte.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Na praça o circo continua.


É nesse tom, nessas cores sujas e borradas está o que procurei inutilmente dentro da caixa no vácuo de mim? Oh, céus, o que na verdade procuro? Nada me sacia, meu amor. Nada toco, meu amor. Nada dura. Não quero encontrar um futuro vivendo entre pílulas anti-depressivas e a consulta do analista. É nessas horas que tenho vontade de ir a igreja e conversar com um padre, ou pegar uma linha de ônibus que nunca havia pego antes e parar em uma parada distante. E talvez, ouvir de um estranho ''que horas são, moça?''.
Nem sempre preciso existir, mas vez enquando é bom.

E hoje...

Eu poderia soltar flores, correr até o anoitecer em direção a liberdade e dançar qualquer coisa nesse porto onde ninguém desembarca.

domingo, 26 de julho de 2009

Janela de domigo.


quinta-feira, 23 de julho de 2009

Sweet dia.

As conversas se estendem devagar na tarde, a doçura visita-os, as palavras tem o sabor da maresia, o vento os leva o cheiro da palmeira e da grama limpa, a brisa do rio esvoaça os cabelos como se quisesse voar para aquele telhado cor de aníl.
E no olhar dela um rastro de sol que o encanta e o faz chorar.

terça-feira, 21 de julho de 2009

A espera é longa.


_ Espere...
_ O quê?
_ Não sei, só espere... Quero que espere... Um pouco.
_ Tá...
_ Mesmo?
_ Não sou um conceito, sou só uma garota ferrada procurando paz de espírito. Não sou perfeita...
_ Não vejo nada que não goste em você...
_ Mas verá!
_ Agora eu não vejo!
_ Eu vou ficar entediada e me sentir presa... Pois é isso que acontece comigo.
_ Ok...